As fake news não “nasceram ontem”

O termo fake news está associado a notícias falsas ou imprecisas, que são disseminadas principalmente na internet e nas redes sociais. A imprensa internacional começou a usar com mais frequência a nomenclatura durante a eleição de 2016 nos Estados Unidos, na qual Donald Trump foi eleito e, também, durante as manifestações em prol ao Brexit, no Reino Unido.

Já aqui no Brasil, as fake news ficaram populares durantes as eleições de 2018, as quais Jair Bolsonaro foi eleito.  O fato é que boatos e desinformações fazem parte do nosso cotidiano há muito tempo e o uso da tecnologia que ampliou o seu alcance.

É um assunto extremamente delicado onde autoridades, pesquisadores, profissionais e representantes de plataformas digitais se debruçam para encontrar métodos eficazes para combater a disseminação de informações falsas. O ponto de debate principal sobre quais medidas mais adequadas a serem tomadas é a liberdade de expressão.

Não se pode tomar como pretexto a luta contra a desinformação para limitar a liberdade de imprensa, mas, sim, incentivar ainda o trabalho da mídia. É fundamental engajar veículos, agências de fact-checking, blogueiros e reforçar o pluralismo para transformar nossa sociedade.

Mesmo sendo um tema complexo, algumas ações simples podem ser tomadas para evitar a desinformação:

Checar a fonte

Geralmente, notícias falsas não são disseminadas por veículos de imprensa respeitáveis, muito menos por jornalistas com credibilidade. Por isso, é importante verificar o histórico dos canais e redes que compartilham a (des) informação.

Duvide das notícias “absurdas” (e das sutis também)

É fácil identificar fake News, pois muitas são completamente absurdas. Mesmo assim, existem as mais sutis que podem nos levar a desinformação e facilitar o compartilhamento.

“Dê um Google”

O Google Notícias faz uma cobertura jornalística abrangente e atualizada, agregada de fontes do mundo inteiro. Ele apresenta um fluxo contínuo e personalizável de artigos organizados a partir de milhares de editores e revistas.

Tenha atenção ao português

As notícias falsas, comumente, têm erros crassos de português.  Em vista disso, é preciso ficar atento à concordância verbal, gramática, sintaxe e até mesmo ortografia das palavras que compõem o texto.