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Estamos vivendo uma marca na história. Daqui há alguns anos vamos falar de um mundo antes e depois do isolamento para conter o COVID-19, o coronavírus, que nos forçou a uma mudança no modo de vida comparável apenas à Segunda Guerra Mundial. Talvez até mais profundo em termos de isolamento social, pois desta vez, foi o mundo todo mesmo, sem distinção de religião, poder econômico ou capacidade bélica.

Com todos correndo para casa, a tecnologia assumiu um o posto de principal atriz no roteiro do home office. E nós tivemos que arregaçar as mangas, pois todos os nossos clientes ou são TI B2B ou estão ligados a ela de alguma forma. Entenda, nossos clientes “fazem” a internet, sistemas, nuvem e comunicação remota funcionarem para o mundo não parar. E estamos orgulhosos de sermos as bocas e ouvidos destas empresas em um momento tão crítico.

No olho do furacão

Na hora da crise, a comunicação é fundamental. Mas existe toda uma preparação para isso, mas no caso da pandemia e seus desdobramentos, ninguém poderia prever tal cenário. Se por um lado vimos pessoas esvaziando prateleiras de supermercados, acabando com estoques de máscaras e álcool em gel, nós vimos nossas empresas correrem para atender seus clientes e ajudar no que fosse necessário para que os negócios não parassem.

Tivemos que preparar novos conteúdos, redirecionar planos e simplesmente entender que uma das nossas maiores ferramentas no corpo a corpo – eventos – não irão acontecer em breve. Na primeira semana o volume de trabalho aumentou cerca de cinco vezes, justamente quando estávamos conhecendo um novo modelo, o home office total.

Enquanto clientes chamavam a todo instante, foi primordial pensarmos nos nossos colegas de trabalho, seu bem estar e de suas famílias. Gerentes tiveram que reinventar maneiras de controlar as atividades e guiar a equipe, e a equipe precisou aprender novas formas de falar com seus gestores. Todos em um ambiente improvisado, no qual estavam acostumados a trabalhar apenas uma vez por semana.

Certamente, nesse turbilhão de acontecimentos, foi nosso papel e dos nossos colegas assessores em outras empresas, tomar decisões de dias em minutos. Nossa função foi de ajudar os clientes a passar a mensagem correta e o que não falar em um momento que a palavra “ajuda” pode se transformar em “oportunismo” nos ouvidos de quem ouve e nos olhos de quem lê.

Comunicação contagiosa

Se o COVID-19 se espalha pelo mundo, nossas palavras vão na velocidade da fibra óptica. Todos nós, não só jornalistas, estamos aqui para informar, avisar as pessoas sobre os perigos da doença, como ficar em casa e sim, dizer como nossos clientes podem e estão ajudando nesta pandemia.

Enfim, se por um lado a correria foi grande, foi também gratificante ver o lado humano do isolamento. Pessoas que eram puramente objetivas agora param para perguntar como estamos e cenas antes vergonhosas, como uma criança invadindo uma reunião, agora são motivo de risadas sinceras em um tempo difícil. Isso é comunicação entre seres humanos na sua raiz, pois é no momento de maior necessidade que vemos os atos mais solidários.