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Veja exemplos de techs que ganharam popularidade ao investir nessas estratégias durante o isolamento social

Quando ouvimos falar pela primeira vez no Coronavírus, em meados de dezembro de 2019, não imaginávamos tudo que estava por vir. Hoje, mais de seis meses depois, observamos e tentamos entender as mudanças que a pandemia provocou na forma como consumimos, criamos e nos comunicamos.

Apesar do grande impacto nos negócios, o isolamento social criou desafios que, quando encarados com criatividade e inovação, se tornaram boas oportunidades para reforçar posicionamentos, criar comunidades consistentes e estreitar laços com os clientes.

A pandemia levou o relacionamento entre marcas e consumidores para outro nível. Em pouco tempo as redes sociais se tornaram palco para que usuários acompanhassem de perto cada passo dado por todo tipo de organização. Bastava um deslize para que anos de trabalho duro fossem duramente questionados.

De olho na comunicação das marcas durante esses últimos meses, separamos duas estratégias que deram muito certo e que você pode adaptar e adotar no seu negócio!

Propósito e bem social

No combate à disseminação do vírus, vimos grandes e pequenas empresas empenhadas em ajudar instituições e profissionais da área da saúde. Além do combate às fake news por parte de companhias como Facebook e Microsoft, acompanhamos grandes nomes como Nintendo e até Tesla se prontificaram a apoiar a produção de equipamentos como respiradores.

As ações causaram impacto positivo nas redes sociais e principalmente nos consumidores mais jovens, responsáveis por fazer a popularidade e a credibilidade das marcas aumentarem. Diante de tanta repercussão, aos poucos o marketing social é incorporado às estratégias de comunicação de companhias de pequeno, médio e grande porte.

Storytelling humanizado

Com todas as interações sociais limitadas à tela dos celulares e tablets, gerar identificação e interesse no público se tornou prioridade. Com o mundo passando por um momento difícil e sem perspectiva de muitas mudanças, pelo menos até a chegada de uma vacina, a aposta em elementos humanizados na hora de se comunicar foi certeira.

Aos poucos vimos discursos inspiradores ganharem espaço em campanhas publicitárias de marcas como Apple e começamos a nos sentir mais próximos de empresas que demonstraram preocupação ainda maior com o bem-estar de seu público.

Seja como incentivo à educação ou manutenção da saúde mental, assunto muito debatido até aqui, disponibilizar cursos, oferecer conteúdo gratuito e criar eventos digitais com a finalidade de ensinar ou entreter, são ações que reforçam a sensação de pertencimento à comunidade e geram fidelidade à marca. Exemplo disso foi a iniciativa de empresas como SamSung e SambaTech que disponibilizaram cursos e plataformas gratuitas para os usuários.

Como colocar essas estratégias em prática?

Essencial para sobreviver e se manter relevante nos meios digitais, essas ações podem sim fazer parte de um bom planejamento estratégico. Mas é fundamental conhecer seu público, identificar comportamentos que fazem parte do seu dia a dia e apostar nas ferramentas corretas.

Os casos de sucesso citados acima são a prova de que a humanização é uma ótima aposta para empresas da área de tecnologia. Ao entender que se trata de um meio termo entre os valores da empresa e de seu público-alvo, é possível criar vínculos sinceros e consistentes ao longo do tempo.


Isabella Maltez

Isabella Maltez

Formada em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo e heavy user das redes sociais, Isabella Maltez atua como social media e une criatividade e pesquisa de tendências para planejar e desenvolver conteúdo otimizado para os mercados B2B e B2C.